Legalização da poligamia vai “diminuir elevado número de solteiras”, diz nacionalista Kakambo

O coordenador do projecto político Partido Nacionalista Angolano (PANA) disse que uma das primeiras divisas da organização, em via de legalização, prende-se com a legalização da poligamia, a fim de resgatar os valores culturais.
O nacionalista Kakambo disse, igualmente, que a “actual oposição é conivente do sofrimento do povo angolano”, por isso, o PANA, segundo o responsável, vai permitir a transição política em 2027.
O político apresentou também como fundamento da poligamia o facto de o país ter maior número de solteiras e, o seu propósito visa criar equilíbrio.
Disse que a sua implementação vai obedecer aos factores culturais, legais e económicos. Kakambo defendeu também que a ideia vai ser um facto depois das próximas eleições.
Afirmou ainda que a oposição em Angola não representa a vontade do povo, sobretudo a UNITA, por ter decepcionado os cidadãos nas eleições de 2022, fruto dos acordos políticos quando o povo depositou a sua confiança na Frente Patriótica Unida (FPU), liderada pelo presidente do “Galo Negro”.
O coordenador do PANA afirmou “que nas últimas eleições não houve fraude” e está confiante que em 2027 o seu partido vai vencer.
Sobre o jogo que vai opor a selecção angolana de honra de futebol à selecção argentina, o político disse estar interessado em adquirir os ingressos e para mais outros membros da sua formação política e apelou a todos angolanos participarem da festa da dipanda.
O político, como exemplo da teoria que defende sobre a necessidade da legalização da poligamia, assumiu ter quatro esposas, três em Luanda, e uma na Alemanha.
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