Cabo Ledo - Trezentos e cinquenta e nove recrutas das Forças Armadas Angolana (FAA) encerram, esta sexta-feira, o vigésimo sétimo Ciclo de Instrução Básica Militar (CIBM/2026), na Especialidade de Saúde.
Cabo Ledo - Trezentos e cinquenta e nove recrutas das Forças Armadas Angolana (FAA) encerram, esta sexta-feira, o vigésimo sétimo Ciclo de Instrução Básica Militar (CIBM/2026), na Especialidade de Saúde.
Na presença de oficiais, sargentos, praças, familiares e amigos, os finalistas demonstraram as valências apreendidas na formação, com direito a intermináveis ovações.
Essa "Cerimónia de Juramento à Bandeira da República de Angola" decorreu na Escola de Formação de Forças Especiais, localizada no município do Cabo Ledo, província do Icolo e Bengo.
Coube ao Chefe do Estado-Maior-Adjunto das FAA para a Educação Patriótica, general José Maria Marques, presidir ao acto, em representação do chefe do Estado-Maior-General, Almirante Altino dos Santos.
Essa formação, reservada à técnicos de saúde do "Quadro 2", teve duração de três meses (recruta geral), iniciou em Junho com 363 inscritos, mas terminou com 359, sendo 184 do sexo masculino e 178 do feminino.
Ao intervir no acto, o tenente-coronel Patrício Cambinda explicou que o programa de formação baseou-se nos princípios metodológicos da instrução militar, capacidade de reacção a situações adversas, combinação de fogo em movimento e acções nocturnas.
O director de Instrução e Ensino da Escola de Formação de Forças Especiais acrescentou que o curso se cingiu em técnicas de robustez física, espírito de sacrifício e agressividade necessária, durante as acções combatíveis e a vivência militar.
Reforçou que o Centro Instrução Básica de Saúde das FAA teve como finalidade instruir e educar as pessoas que ingressam neste ramo para estarem aptas para o cumprimento das suas missões e definirem objectivos susceptíveis de padronizar o treinamento necessário.
José Maria Marques orientou os formandos a pautarem por condutas positivas dentro e fora da unidade e por atitudes inerentes à condição militar correspondente aos padrões da sociedade.
Já os finalistas, na mensagem lida pela então instruenda Teresa Nunda (Nr. 110), afirmaram que juraram à Bandeira da República de Angola e comprometeram-se perante à Pátria e ao Governo cumprir com rigor, honestidade, lealdade, coragem e espírito de sacrifício as orientações superiores.
"Juramos ser fiéis à Lei Militar, disciplinados, valentes e fazer cumprir as orientações superiores", destacou, admitindo estarem prontos para serem severamente punidas sempre que falharem.
O acto contou com a presença de altas patentes das Forças Armadas Angolanas, da Polícia Nacional, membros da Administração Municipal de Cabo Ledo, assim como familiares e amigos dos finalistas. NGS/MDS/AJQ




