A construção do Museu de Libertação Africana, em Harare, Zimbabwe, vai imortalizar todos heróis africanos, fundamentalmente os da região Austral, incluindo Angola.
A informação foi avançada pelo ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Lúcio Amaral, no final de uma visita ao monumento histórico e ao Cemitério dos Heróis do Zimbabwe.
Lúcio Amaral, que se fez acompanhar do vice-ministro da Defesa do Zimbabwe, brigadeiro-general Levi Msyihlome, foi informado sobre os objectivos da construção do monumento, assim como da sua importância para a preservação do legado histórico das lutas de Libertação de Angola e da África Austral.
O ministro percorreu algumas áreas do museu ainda em construção, assinou o livro de honra, regou a planta de Angola baptizada com o nome de Mucamba e visitou a área reservada para o pavilhão de Angola com cerca de 50 metros quadrados.
Sobre o pavilhão reservado para Angola, sublinhou que estará patente a posição do país como internacionalista que ajudou outros países, acrescentando que o espaço servirá para que os jovens se reencontrem com a história do passado e perspectivem melhor o futuro.
Erguido numa área com mais de 80 hectares, com distintos serviços como restauração, hotelaria, centro comercial, entre outros, o museu simboliza a vitória, a liberdade, solidariedade, irmandade e a resiliência dos povos africanos.
No cemitério, o ministro tomou contacto com os principais momentos que marcaram a história da luta de libertação do Zimbabwe.




