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Esta terça-feira, 22, durante a conferência de impensa convocada para falar sobre o processo da sua pré-candidatura, garantiu não estar à procura de um cargo mas para "apresentar ideias diferentes para o MPLA".
"Eu penso que podemos ir mais além. E há outras formas, daí que eu diga que eu tenho ideias diferentes e que as quero introduzir dentro da estrutura quando lá estiver", afirmou.
O general na reforma reafirmou que não se envolveu nesta luta pela liderança do partido para dividir. "É para somar", declarou, garantindo que vai continuar, apesar do chumbo da providência cautelar apresentada junto do Tribunal Constitucional.
"Prosseguirei sempre. Os meus objetivos são os mesmos, não os mudei. Eu acredito que é possível. Juntos é possível", declarou, defendendo que a disputa pela liderança não deve resultar numa divisão interna.
"Nós somos, sim, adversários políticos. Temos ideias, temos formas de ver e de pensar diferentes. Mas isso não nos torna cidadãos diferentes do mesmo País", afirmou, salientando a sua disponibilidade para "dialogar, discutir, para me sentar, para festejar, para almoçar com quem quer que seja, desde que isso contribua para a unidade e coesão do MPLA".



