O Secretário de Estado para a Comunicação Social e porta-voz da Bienal de Luanda – Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz e Não-Violência, Nuno Caldas, defendeu que as políticas económicas e sociais devem ser aproveitadas como factor de aproximação entre Estados e povos, e não de divisão.
Em declarações à imprensa à margem da cerimónia de abertura, Nuno Caldas sublinhou que este tipo de fóruns deve ser encarado sobretudo como uma oportunidade de diálogo e prevenção de conflitos entre Estados.
Segundo o responsável, a água, enquanto recurso hídrico estratégico, deve ser vista como uma base de convergência inclusiva para os Estados e povos do continente africano, capaz de potenciar a capacidade de diálogo, crescimento e desenvolvimento.
“As políticas económicas e sociais, mas que devem ser aproveitadas no factor da aproximação entre os Estados e povos, e não de divisão, e sobretudo como uma oportunidade entre Estados, entre não conflitos”, afirmou.
O porta-voz destacou ainda a importância do encontro geracional que marca a primeira sessão da Bienal, uma dinâmica que, segundo disse, tem constado da agenda do evento e que nesta 4ª edição não foi diferente.
“Para a primeira sessão de abertura, tem que haver um encontro geracional, tem sido ponto da agenda e essa não foi diferente. Tem sido produtivo”, frisou.
Para Nuno Caldas, há uma geração que precisa de consciencializar uma cultura de paz inclusiva, pacífica e desenvolvida, aliando a experiência dos mais velhos, dos governos e da sociedade civil às novas dinâmicas dos jovens.
O objectivo, concluiu, é garantir um futuro mais equilibrado e melhor, assente na preservação da paz no continente.
O conteúdo Nuno Caldas defende aproveitamento das políticas económicas e sociais como factor de aproximação entre povos aparece primeiro em Correio da Kianda - Notícias de Angola.




