Huambo – O secretário de Estado para a Protecção dos Objectivos Estratégicos, António José de Sousa Queirós, afirmou, esta quinta-feira, no Huambo, que a segurança nacional começa em cada indivíduo, envolve a sociedade e culmina no próprio Estado.
Huambo – O secretário de Estado para a Protecção dos Objectivos Estratégicos, António José de Sousa Queirós, afirmou, esta quinta-feira, no Huambo, que a segurança nacional começa em cada indivíduo, envolve a sociedade e culmina no próprio Estado.
O dirigente falava à imprensa, no final visita de trabalho ao Comando da Região Militar Centro, com o objectivo de avaliar as condições de segurança dos objectivos estratégicos e identificar eventuais anomalias na linha férrea do Corredor do Lobito e noutras infra-estruturas de importância estratégica.
Disse que a prevenção da vandalização exige atenção permanente, face à dimensão do fenómeno e aos riscos que representa para as infra-estruturas essenciais ao funcionamento do Estado e ao desenvolvimento económico do país.
Sobre a matéria, adiantou que existe um instrumento legal aprovado para regular o fenómeno em todo o território nacional, com acções previstas na lei, para responsabilizar e punir os infractores.
Lembrou que a segurança não constitui uma tarefa exclusiva das instituições afins, mas uma responsabilidade colectiva que envolve todos os sectores da sociedade.
Defendeu o cumprimento das obrigações de cada indivíduo, grupos sociais e das instituições públicas na defesa dos interesses nacionais.
Para o Secretário de Estado, o indivíduo possui obrigações para com a defesa, tal como os grupos sociais, enquanto o Estado deve assegurar, no seu conjunto, as condições necessárias à protecção das pessoas, bens e infra-estruturas estratégicas.
Explicou que a visita integra uma acção de âmbito nacional, com incidência na identificação e verificação de situações que possam comprometer a segurança dos objectivos estratégicos, para a adopção posterior de medidas adequadas contra o fenómeno da vandalização.
O secretário de Estado analisou, com o comandante da Região Militar Centro, tenente-general Simão Carlitos Wala, a situação de segurança dos objectivos estratégicos desta zona castrense.
Recorde-se que a Região Militar Centro, que abrange as províncias do Huambo, onde está instalado o Quartel-General, Benguela, Bié e Cuanza-Sul, para além da parte Norte da Huíla, dispõe, entre outros objectivos estratégicos, da linha férrea do Corredor do Lobito.
O Corredor do Lobito constitui um importante eixo de integração regional, que atravessa as províncias de Benguela, Huambo, Bié, Moxico e Moxico Leste, estas duas últimas integradas na Região Militar Leste. ALH




