Nova Iorque (Do enviado especial) – A União Africana (UA) e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) avaliaram, esta terça-feira, em Nova Iorque, formas de reforçar a cooperação Sul-Sul, a justiça climática, o comércio bilateral e a protecção das populações afrodescendentes e indígenas.
Nova Iorque (Do enviado especial) – A União Africana (UA) e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) avaliaram, esta terça-feira, em Nova Iorque, formas de reforçar a cooperação Sul-Sul, a justiça climática, o comércio bilateral e a protecção das populações afrodescendentes e indígenas.
A Reunião Ministerial conjunta decorreu na sede das Nações Unidas, à margem da Semana de Alto Nível da 81.ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, com a participação de Angola.
A delegação angolana foi chefiada pela secretária de Estado para as Relações Exteriores, Embaixadora Esmeralda Bravo Mendonça, em representação do ministro das Relações Exteriores, Téte António.
O encontro teve como objectivo avançar na institucionalização do diálogo político e estruturar uma parceria bi-regional duradoura entre África, América Latina e Caraíbas, com base nas prioridades da Agenda 2063 da União Africana.
A reunião foi co-presidida pelo ministro das Relações Exteriores, Integração Regional e Cooperação para o Desenvolvimento do Burundi, Édouard Bizimana, e pelo ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Mário Lubetkin, Presidente Pro Tempore da CELAC.
A agenda priorizou os eixos definidos no Primeiro Fórum de Alto Nível CELAC-África, realizado em Bogotá, em Março último, com destaque para a cooperação Sul-Sul, justiça climática, comércio bilateral e defesa dos direitos das populações afrodescendentes e indígenas.
A União Africana e a CELAC procuram, através deste mecanismo de diálogo, consolidar os laços históricos e de solidariedade entre os dois blocos e criar novas plataformas de cooperação em áreas de interesse comum.
A CELAC reúne 33 países da América Latina e das Caraíbas e foi criada formalmente em 2011, na Cimeira de Caracas, depois de ter sido idealizada no México, em 2010.SR/ART




