Vítimas do Cuanza-Sul seguem para alta

Resumo: Quatro vítimas do acidente no Cuanza-Sul podem ter alta nos próximos dias no Hospital de Queimados Julius Nyerere, em Luanda. O caso reacende o alerta sobre acidentes com transporte interprovincial.
Pontos-chave
Quatro sobreviventes do grave acidente de viação no Cuanza-Sul continuam internados no Hospital de Queimados Presidente Julius Nyerere, em Luanda, e poderão receber alta dentro de três a cinco dias. A equipa médica mantém vigilância apertada para garantir que a recuperação prossiga sem complicações e com acompanhamento clínico adequado.
A directora-geral da unidade, Yanessa de Almeida, explicou que as altas só acontecerão se os pacientes mantiverem evolução favorável. Depois da saída, haverá seguimento na consulta externa para controlar a ferida da queimadura e também possíveis sequelas, evitando recaídas e assegurando uma recuperação mais segura.
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O acidente ocorreu na madrugada de segunda-feira, na Estrada Nacional 100, quando um autocarro de transporte interprovincial colidiu com uma motorizada de três rodas que levava combustível. O impacto provocou um incêndio de grandes proporções, deixando o país em choque e evidenciando os riscos do transporte rodoviário.
Da tragédia resultaram 22 mortos e 12 feridos, dos quais sete foram evacuados para o hospital de queimados em Luanda. O episódio voltou a colocar em debate a fiscalização do trânsito, o controlo das velocidades e a segurança das operações feitas por transportadoras interprovinciais em todo o território nacional.
Em paralelo, outro texto publicado sobre o tema assinala que acidentes envolvendo estas operadoras já provocaram mais de 100 mortos e 187 feridos. Especialistas defendem maior responsabilização, enquanto a polícia e as empresas insistem no respeito pelas normas de circulação e na proteção da vida humana.


