Colisão de autocarros no Uganda e explosão Nigéria

Resumo: Colisão de autocarros no Uganda matou 46 pessoas e feriu dezenas, com número inicial de 63 revisto pela polícia. Cisterna em Bida matou 31 pessoas.
Pontos-chave
Em 22 de outubro de 2025, o país do Uganda registou um dos piores acidentes rodoviários do ano quando dois autocarros se colidiram frontalmente numa estrada do oeste do país, vitimando 46 pessoas. A polícia local divulgou que o número inicial de mortos chegara a 63, mas foi revisto após averiguações no local, suscitando alerta para padrões de ultrapassagens perigosas e gestão de tráfego rodoviário.
Segundo relatos das autoridades regionais de Kiryandongo, as manobras de ultrapassagem imprudentes entre dois condutores de autocarro foram a causa principal do embate, numa via estreita e mal conservada. Várias vítimas encontradas inconscientes foram excluídas da contagem inicial, explicando a discrepância. Mais de vinte feridos receberam assistência imediata e crítica em hospitais públicos próximos, demonstrando a fragilidade da infraestrutura de saúde local e pública.
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Na Nigéria, em âmbito remoto de Bida, centenas de pessoas, muitas vezes motivadas pela pobreza extrema, tentavam recolher combustível de uma cisterna tombada quando uma faísca deflagrou uma explosão devastadora. O incidente matou 31 pessoas e deixou dezenas de feridos com queimaduras graves. As autoridades locais urgentemente alertam que a prática de recuperar combustíveis em veículos sinistrados, muitas vezes estacionados em estradas perigosas, continua a representar elevado risco de tragédia.
Em 2024, o Uganda registou mais de 5.144 acidentes mortais, num aumento face aos 4.806 de 2023, segundo dados da polícia nacional. As estradas estreitas e o excesso de velocidade são apontados como causas frequentes de sinistros. Especialistas destacam a necessidade de investimentos em infraestrutura rodoviária, campanhas de formação de condutores, fiscalização de rotas públicas e revisão de normas para reduzir estatísticas que se mantêm alarmantes.
Os relatos originais provêm de diferentes órgãos de comunicação: “Correio Kianda” publicou dois artigos detalhando o acidente no Uganda, incluindo a revisão de vítimas; “Novo Jornal” acrescentou o panorama africano com a explosão na Nigéria. A cobertura conjunta evidencia fragilidades na segurança rodoviária e práticas de recuperação de combustível. Levantam-se questões sobre políticas públicas de transporte e prevenção de desastres em África.


