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Resumo: Angola assegurou o 12º título africano ao vencer Camarões (74-73) e Mali (70-43) no Afrobasket 2025. A festa no Kilamba foi saudada pela FIBA-África.
Em 24 de agosto de 2025, no Pavilhão Multiusos do Kilamba, Angola protagonizou uma vitória emocionante sobre Camarões (74-73) nas meias-finais do Afrobasket 2025. Num duelo marcado pelo equilíbrio e sucessivas alternâncias no placar, a equipa angolana soube manter a calma nos instantes finais, garantindo uma reviravolta decisiva que lhes permitiu regressar a uma final do torneio dez anos depois da última presença neste estágio da competição.
O Senegal assegurou o terceiro lugar após uma exibição dominante contra Camarões, triunfando por 98–72 no confronto pelo bronze. O base Jean Jacques Boissy brilhou com uma exibição de luxo ao marcar 40 pontos, conduzindo a seleção senegalesa a um pódio merecido. Este resultado reforçou o estatuto do Senegal como uma potência emergente no basquetebol africano e foi celebrado por adeptos e analistas da modalidade.
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Na final, Angola defrontou o Mali num duelo aguardado que culminou na conquista do 12º título africano pela seleção angolana. Num jogo disputado no Pavilhão Arena do Kilamba, os Palancas Negras destacaram-se pela eficácia defensiva e pela consistência ofensiva, impondo um resultado categórico de 70-43. Esta vitória cimentou ainda mais o legado de Angola no Afrobasket e foi recebida com festa intensa pelos torcedores presentes.
O sucesso angolano foi acompanhado por figuras institucionais de relevo, incluindo o Presidente João Lourenço, a Vice-Presidente Esperança da Costa e a Presidente da Assembleia Nacional, Carolina Cerqueira. O Pavilhão Multiusos do Kilamba esteve sold out, com milhares de adeptos a vibrar a cada lance. A festa prolongou-se pela noite dentro, simbolizando a paixão nacional pelo basquetebol e a união cívica em torno do troféu continental.
O ministro Rui Falcão enalteceu o reconhecimento da FIBA-África pelo contributo angolano ao basquetebol, num momento que coincidiu com as celebrações dos 50 anos de independência nacional. Na gala, foram homenageados atletas, treinadores e dirigentes que elevaram o nome de Angola no continente. A distinção reforça o papel de liderança do país no desenvolvimento da modalidade africana e projeta expectativas para futuros desafios internacionais.
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