AGRA diz que 3,5 milhões de moçambicanos enfrentam insegurança alimentar aguda e alerta para agravamento entre Outubro e Janeiro

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: Relatório da AGRA aponta Moçambique como um dos países mais vulneráveis à insegurança alimentar em África, com riscos acrescidos em Cabo Delgado e no norte de Nampula.
Pontos-chave
A AGRA estima que cerca de 3,5 milhões de moçambicanos enfrentem insegurança alimentar aguda, num contexto de conflito armado, pressão económica e ameaças climáticas. O relatório, com dados até Agosto, refere que cerca de 18% da população analisada está nessa მდგომარეობa e classifica como persistentes as condições de crise (IPC Fase 3) nas áreas afectadas pelo conflito em Cabo Delgado e no norte de Nampula.
[1] ANGOP[2] Forbes África LusófonaOs dois textos dizem que a organização prevê deterioração nos próximos meses: com a aproximação da época de escassez, algumas zonas poderão passar para condições de crise entre Outubro e Janeiro, pressionadas pelos preços dos alimentos básicos e pela quebra do poder de compra. Ambos também referem que a violência armada continua a afectar o acesso a alimentos, mercados e meios de subsistência, sobretudo nas áreas deslocadas.
[1] ANGOP[2] Forbes África Lusófona
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O relatório destaca sinais mistos nos mercados: o milho baixou 2% em Agosto, mas continua 10,7% acima do nível de igual período de 2025, enquanto o arroz subiu 3,6%. A AGRA aponta ainda o gasóleo como um factor de pressão, com o preço 85% acima do registado em Março, afectando transporte e produção agrícola.
[1] ANGOP[2] Forbes África Lusófona


