Angola avança para 148.º no IDH

Resumo: Relatório 2025 do PNUD mostra Angola a subir do 150.º para o 148.º lugar no Desenvolvimento Humano, mas alerta que desigualdades persistem.
Pontos-chave
Em 6 de maio de 2025, o PNUD divulgou o Relatório de Desenvolvimento Humano. Angola subiu duas posições, passando do 150.º para o 148.º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O ranking é liderado pela Islândia e cobre 193 países. A classificação avalia saúde, educação e rendimento.
Entre os nove países da CPLP, seis melhoraram. Portugal manteve o patamar “muito elevado” no 40.º lugar, Brasil subiu para o 84.º, e Angola figura no bloco “médio”. Cabo Verde foi a única exceção, caindo do 131.º para o 135.º. Guiné-Bissau e Moçambique continuam na faixa “baixa”, nos lugares 174.º e 182.º.
A África Subsaariana mantém o pior IDH médio do planeta. O relatório nota “grandes lacunas” internas. Apenas 5 % dos especialistas africanos em IA dispõem de poder computacional adequado, mostrando como tecnologia e desenvolvimento ainda não andam juntos na região.
O documento fala em “estagnação surpreendentemente fraca” após a pandemia. Excluindo 2020-2021, o crescimento global do IDH projetado para 2025 é o mais baixo desde 1990. A distância entre países de IDH “muito alto” e “baixo” aumenta pelo quarto ano seguido.
O chefe do PNUD, Achim Steiner, resume: “A IA pode reacender o desenvolvimento”. Cerca de um em cada cinco entrevistados já usa IA, mas ganhos dependerão de políticas que abram dados, ampliem computação e façam a tecnologia chegar a quem mais precisa.
Fontes
Angola passou para 148.ª posição no "ranking" de Índice de Desenvolvimento Humano da ONU
Angola sobe dois lugares no 'ranking' de Desenvolvimento Humano, revela relatório do PNUD
Graças Ao MPLA, É Só A Subir (de 150 Para 148)
Angola sobe dois lugares no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas
Angola “salta” da 150ª para a 148ª posição no ranking de Desenvolvimento Humano
Angola ocupa a 148.ª posição no "ranking" de Índice de Desenvolvimento Humano da ONU



