Angola Reforça Transição Energética em África

Resumo: Angola reafirmou em Victoria Falls o compromisso com a transição energética em África, apostando na expansão solar, no armazenamento e na diversificação da matriz eléctrica.
Pontos-chave
Angola reafirmou, em Victoria Falls, o compromisso com a transição energética e com a diversificação da matriz eléctrica. A posição foi apresentada na 8.ª Reunião do Comité Regional da Aliança Solar Internacional para África, onde o país destacou a energia limpa como eixo central do desenvolvimento económico, social e da integração regional.
Segundo as notas divulgadas, Angola foi representada pelo embaixador Baltazar Diogo Cristóvão, em nome do ministro João Baptista Borges. A reunião reuniu vários intervenientes africanos para acelerar projectos solares, ampliar o acesso à electricidade e atrair investimentos para soluções energéticas mais seguras, sustentáveis e capazes de responder às necessidades do continente.
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 21 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Na ocasião, a delegação angolana sublinhou os investimentos em curso para expandir a energia solar fotovoltaica e melhorar o armazenamento de energia. O país também reforçou o interesse em valorizar o potencial hidroeléctrico disponível, numa estratégia que pretende aumentar a segurança do abastecimento e reduzir a dependência de fontes menos limpas.
O encontro em Zimbabwe foi centrado na aceleração da energia solar em África, vista como uma resposta prática ao défice de acesso à electricidade em várias regiões. Para Angola, a discussão reforçou a importância de mobilizar financiamento e tecnologia para projectos que possam gerar impacto directo na industrialização e na electrificação.
Com esta participação, Angola procurou reiterar uma visão de longo prazo em que o sector energético funciona como base para o crescimento sustentável. A aposta na energia limpa surge associada à criação de melhores condições para o desenvolvimento produtivo, à expansão da rede eléctrica e ao reforço da cooperação económica regional.


