Banco Sol, ANPG e banca discutem financiamento ao conteúdo local no AOG 2026, com carteira acima de 50 milhões de dólares no sector

Imagem: O País
Resumo: No Angola Oil & Gas 2026, o Banco Sol reuniu banca, ANPG e empresas do sector para discutir como reforçar o financiamento ao conteúdo local no petróleo e gás, num debate em que foram apontados o acesso a funding, o risco cambial e a retenção da liquidez gerada pela indústria no mercado doméstico.
Pontos-chave
O Banco Sol promoveu no Angola Oil & Gas 2026 um painel com representantes da banca, da ANPG, da Sonangol e de empresas nacionais e estrangeiras para discutir o financiamento ao conteúdo local no sector petrolífero, sob o tema “Closing the Gap: O Papel dos Bancos Locais na Construção dos Empreendedores do Sector Petrolífero e de Gás em Angola”.
[1] Forbes África Lusófona[2] O PaísOsvaldo Lemos Macaia, presidente da comissão executiva do Banco Sol, disse que a instituição já tem uma carteira de crédito superior a 50 milhões de dólares no sector e que o Oil & Mining Desk ajudou a elevar o volume de negócio associado à área de cerca de 48 mil milhões para perto de 80 mil milhões de kwanzas.
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O debate também mostrou limites estruturais para a banca doméstica, com referências ao custo de capital, à dimensão reduzida do mercado, ao risco cambial e ao acesso a funding. Macaia e Inocelina de Carvalho, do BAI, alertaram ainda que grande parte da liquidez ligada ao petróleo circula offshore, o que reduz a capacidade dos bancos angolanos de a transformar em crédito interno.
[1] Forbes África Lusófona[2] O PaísAlém do painel, o Banco Sol esteve com um stand no evento, visitado pelo ministro Diamantino de Azevedo, e assinalou a sua terceira participação consecutiva no AOG.
[1] Forbes África Lusófona[2] O País


