Bengo confirma primeiro caso de Mpox

Resumo: Bengo confirmou o primeiro caso de Mpox e activou rastreio, isolamento e seguimento de contactos. As autoridades dizem que a situação está controlada e sem novos infectados.
Pontos-chave
A província do Bengo confirmou o primeiro caso de Mpox numa altura em que as autoridades sanitárias reforçam a vigilância epidemiológica. O paciente foi detectado precocemente, isolado no Hospital Provincial do Bengo e acompanhado de perto, enquanto as amostras seguiam para confirmação laboratorial no Instituto Nacional de Investigação em Saúde.
Segundo as autoridades, o doente é residente no Bengo, mas esteve anteriormente na República Democrática do Congo e em Cabinda, zonas apontadas como de maior exposição. A origem e o percurso clínico ajudam a explicar a suspeita inicial, num quadro em que a prevenção depende de identificação rápida, isolamento e notificação imediata.
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A chefe do Departamento de Saúde Pública assegurou que não há outros casos confirmados na província e que a situação permanece controlada. Familiares e contactos próximos estão a ser vigiados diariamente, sem sinais ou sintomas compatíveis com a doença, enquanto as equipas de saúde monitorizam possíveis cadeias de transmissão.
Como medida preventiva, foram criados pontos de rastreio no mercado do Panguila, no Triângulo da Barra do Dande e na Zona da Mobile. A intenção é alargar a vigilância a outras áreas do Bengo, permitindo detectar cedo novos casos e travar a disseminação do vírus na comunidade.
Mpox, conhecida como varíola dos macacos, transmite-se por contacto próximo com uma pessoa infectada, incluindo lesões, fluidos corporais ou materiais contaminados. As autoridades destacam que a resposta combina vigilância, rastreio e isolamento, num esforço para evitar surtos e manter a população informada sobre os riscos e cuidados essenciais.


