Cabinda soma 109 casos de Mpox

Resumo: Cabinda registou 109 casos confirmados de Mpox, elevando a preocupação das autoridades sanitárias. O sector reforça a prevenção e pede diagnóstico precoce para travar a transmissão.
Pontos-chave
Cabinda enfrenta um agravamento da Mpox, com 109 casos confirmados e dezenas de suspeitos em acompanhamento. Os serviços provinciais de Saúde admitem que a situação exige vigilância apertada e uma resposta mais robusta, sobretudo nas comunidades mais expostas. O objectivo imediato é conter novos contágios e evitar que a doença continue a ganhar terreno.
Perante o aumento dos registos, as equipas sanitárias reforçaram campanhas de sensibilização em bairros e localidades da província. As mensagens centram-se em medidas simples, como lavar as mãos com frequência, evitar contacto directo com pessoas com sintomas e procurar assistência médica ao primeiro sinal suspeito, para reduzir riscos de transmissão.
As autoridades lembram que a Mpox pode manifestar-se com febre, dores musculares, gânglios inchados e lesões cutâneas. Por isso, insistem no diagnóstico precoce e no isolamento dos casos confirmados, considerados passos decisivos para travar a cadeia de contágio. A população é encorajada a não adiar a ida às unidades sanitárias.
Cabinda continua entre as províncias mais afectadas pela doença em Angola, o que mantém os serviços de saúde em estado de alerta permanente. Além da monitorização epidemiológica, as equipas procuram identificar rapidamente contactos de casos positivos e orientar as famílias sobre cuidados básicos, para limitar a propagação nas zonas com maior incidência.
Num contexto de maior preocupação pública, as autoridades apelam à colaboração comunitária para cortar a expansão do surto. A estratégia passa por prevenção, informação e resposta rápida, com envolvimento das autoridades locais, líderes comunitários e cidadãos. O sector da Saúde sublinha que a contenção depende também da adesão da população às orientações.


