Calombolo Química é inaugurada na Baía Farta por 24,8 milhões de euros e pede agravamento das taxas de importação

Imagem: Novo Jornal
Resumo: A nova fábrica de químicos em Benguela entrou em funcionamento com apelos para travar importações e reforçar a produção nacional.
Pontos-chave
A Calombolo Química foi inaugurada na Baía Farta, Benguela, com um investimento de cerca de 24,8 milhões de euros financiado por uma linha de crédito do Deutsche Bank operacionalizada pelo BDA. A unidade produz soda cáustica, hipoclorito de sódio e ácido clorídrico, e o projecto é apresentado pelas fontes como uma aposta em bens industriais produzidos localmente.
[2] GiraNotícias[1] Novo JornalSegundo o Novo Jornal, o presidente do conselho de administração, Adérito Areias, defendeu após a inauguração que "deviam estabelecer uma taxa muito alta", numa mensagem dirigida ao Ministério da Indústria e Comércio. A mesma fonte diz que a fábrica foi mostrada como exemplo de que é possível reduzir a dependência das importações, enquanto o governo provincial e o BDA destacaram o impacto do investimento na economia nacional.
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As duas reportagens coincidem em que a unidade pode servir sectores como tratamento de água, saneamento, indústria alimentar, petróleo e mineração. A GiraNotícias acrescenta que a fábrica terá capacidade anual de 50.370 toneladas, criou 45 postos de trabalho directos e usa tecnologia de electrólise de membrana; o Novo Jornal refere ainda que o empresário já tinha feito críticas à importação noutro projecto do grupo, em Dombe Grande.
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