Carla Castelo Trindade e Bráulio Assis negam irregularidades em contratos da AGT ligados à Kianda e a concurso público de 2026

Imagem: Maka Angola
Resumo: Em direitos de resposta ao Maka Angola, Carla Castelo Trindade e Bráulio Assis rejeitam acusações sobre alegadas irregularidades em contratos da AGT ligados à Kianda e a consultoria no âmbito do concurso público n.º 19/UCP/GAF/AGT/2026, apresentando versões que atribuem as suspeitas a um conflito societário entre sócios da empresa.
Pontos-chave
Carla Castelo Trindade nega qualquer irregularidade no contrato de consultoria que celebrou com a AGT, diz que o procedimento foi público e distinto do contrato de comunicação da Kianda, e sustenta que as suspeitas de branqueamento de capitais nascem de uma disputa societária na Kianda, associada à recusa dos sócios portugueses em pagar 250 milhões de kwanzas pela quota de Salvador Pascoal.
[1] Maka AngolaNa sua resposta, Carla Trindade afirma ainda que o contrato de comunicação da Kianda com a AGT foi executado durante cerca de dois anos e meio, foi sujeito a fiscalização e já está concluído, enquanto os denunciantes terão tentado pressionar instituições públicas, bancos e o SIC para forçar o pagamento das quantias que pediam.
[1] Maka Angola



