Carla Castelo Trindade e Bráulio Assis negam irregularidades em contratos da AGT ligados à Kianda e a concurso público de 2026

Imagem: Maka Angola
Resumo: Em direitos de resposta ao Maka Angola, Carla Castelo Trindade e Bráulio Assis rejeitam acusações sobre alegadas irregularidades em contratos da AGT ligados à Kianda e a consultoria no âmbito do concurso público n.º 19/UCP/GAF/AGT/2026, apresentando versões que atribuem as suspeitas a um conflito societário entre sócios da empresa.
Pontos-chave
Carla Castelo Trindade nega qualquer irregularidade no contrato de consultoria que celebrou com a AGT, diz que o procedimento foi público e distinto do contrato de comunicação da Kianda, e sustenta que as suspeitas de branqueamento de capitais nascem de uma disputa societária na Kianda, associada à recusa dos sócios portugueses em pagar 250 milhões de kwanzas pela quota de Salvador Pascoal.
[1] Maka AngolaNa sua resposta, Carla Trindade afirma ainda que o contrato de comunicação da Kianda com a AGT foi executado durante cerca de dois anos e meio, foi sujeito a fiscalização e já está concluído, enquanto os denunciantes terão tentado pressionar instituições públicas, bancos e o SIC para forçar o pagamento das quantias que pediam.
[1] Maka Angola
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Bráulio Assis, presidente da Comissão de Avaliação do concurso n.º 347/UCP/DSAdm/AGT/2023, também rejeita ter favorecido a Kianda, autorizado envio antecipado de peças do concurso ou dado acesso privilegiado a informação, dizendo que actuou apenas dentro das competências formais da comissão e que não tinha relação prévia relevante com Carla Trindade ou Mário Martins.
[2] Maka AngolaAssis acrescenta que a execução do plano de comunicação da AGT teve resultados positivos, que os custos contestados — incluindo equipamentos usados em feiras e eventos — eram compatíveis com projectos semelhantes, e que as decisões sobre renovação e gestão contratual cabiam a outras áreas da AGT, não à comissão que presidiu.
[2] Maka Angola


