Podemos usar o Meta Pixel para medir visitas e novas subscrições. A sua escolha não afecta a newsletter. Saiba mais.

Resumo: Daniel Chapo faz primeira visita oficial a Angola, reúne-se com João Lourenço e assina cinco acordos em transporte, cultura, turismo e acção social.
Em 16 de maio de 2025, Daniel Chapo desembarcou em Luanda para sua primeira visita oficial de dois dias como Presidente de Moçambique, recebendo honras no Aeroporto 4 de Fevereiro. A deslocação, antecedida por reuniões ministeriais, celebra meio século de relações e pretende “dar dinâmica mais proactiva” ao intercâmbio político-económico entre os países irmãos.
No Palácio Presidencial da Cidade Alta, Chapo e João Lourenço reuniram-se à porta fechada, seguidos por conversações entre delegações. Testemunharam a assinatura de cinco instrumentos jurídicos que elevam para 43 o total de acordos bilaterais, reflectindo a intenção angolana de criar “um comité técnico de acompanhamento” para garantir que os documentos “saem do papel”, segundo Lourenço.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Os memorandos abrangem serviços aéreos, marinha mercante e portos, acção social e igualdade de género, cultura 2025-2028 e turismo. Chapo destacou a importância da ligação aérea Maputo-Luanda e da cooperação marítima para hidrografia e formação. A diplomacia aponta agricultura, energia, finanças, mineração e logística como áreas prioritárias para novos investimentos públicos e privados.
Em declarações conjuntas, Chapo agradeceu o apoio angolano durante o pós-eleitoral e no combate ao terrorismo em Cabo Delgado: . Lourenço reiterou solidariedade, esperando que a “nuvem negra” passe e que Moçambique concentre “todas as energias” no desenvolvimento. Ambos reafirmaram que a luta actual é “económica e social”.
Ainda na sexta-feira, o líder moçambicano visitou a Zona Económica Especial Luanda-Bengo para mapear oportunidades industriais, antes de um jantar da ABANC. No sábado regressa a Maputo. As câmaras de comércio estimam trocas de apenas 10 milhões USD e vêem a visita como catalisador para elevar fluxos, emprego e integração regional na SADC.
Ainda não há comentários.