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Imagem: O País
Resumo: A etapa da E1 em Luanda ficou associada a uma nova janela de permanência no calendário, enquanto o Governo angolano e as equipas sublinham o impacto na projecção turística e na mobilidade sustentável.
Alejandro Agag afirmou, na apresentação da prova em Luanda, que existe um acordo de três anos com opção de prolongamento, garantindo que a E1 Series ficará em Angola por pelo menos mais dois anos. Noutra declaração citada por um segundo relato, o presidente da competição disse que Luanda tem três anos assegurados no calendário, incluindo a edição de 2026, o que a levaria até 2028. As duas formulações convergem na continuidade da etapa, mas diferem na contagem exacta do prazo já fechado.
[1] Novo Jornal[2] Novo JornalO secretário de Estado para o Turismo, Augusto Kalikemala, disse que a parceria com a E1 serve para projectar Luanda entre as cidades mais icónicas do mundo e para colocar Angola entre os destinos de grandes eventos internacionais. A Forbes África Lusófona acrescenta que a prova é vista como plataforma para associar o país à transição energética, à protecção dos oceanos e à promoção turística, numa competição de barcos 100% eléctricos.
[1] Novo Jornal[3] Forbes África LusófonaReceba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
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Os relatos indicam que a etapa de Luanda acontece na Baía de Luanda, com provas marcadas para 12 e 13 deste mês, e que a competição reúne dez equipas, incluindo a Westbrook Racing by Visit Angola, representada por Sara Price e Lucas Ordóñez. Sara Price disse esperar que a sua experiência ajude a atrair mais visitantes e afirmou que a equipa quer vencer em Luanda e recuperar a liderança no campeonato.
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