Enfermeiros do Bengo entram em greve de 2 dias e avisam que serviços mínimos terão poucos profissionais; sindicato fala em detenções e Governo diz que greve é ilegítima

Imagem: Correio Kianda
Resumo: A paralisação dos enfermeiros do Bengo começou esta segunda-feira e já está a afectar o atendimento nas unidades sanitárias, num conflito em que o sindicato e o Governo provincial trocam acusações sobre as reivindicações e a legalidade da greve.
Pontos-chave
Os enfermeiros do Bengo iniciaram esta segunda-feira uma greve inicialmente anunciada para dois dias, com o SINDEA a dizer que os serviços mínimos vão funcionar com poucos profissionais devido à falta de pessoal nas unidades sanitárias da província.
[1] Correio KiandaNa cobertura do arranque da paralisação, o sindicato afirmou que consultas e outros serviços ficaram limitados e que os casos mais graves e de urgência estavam a ser priorizados; Paulo Chindumbo também denunciou alegadas detenções de sindicalistas, sem indicar quantos nem em que circunstâncias isso terá acontecido.
[2] Correio Kianda



