Expo-Cultura Angola impulsiona economia

Resumo: A Expo-Cultura Angola foi apresentada como plataforma para dinamizar o sector cultural, gerar negócio, emprego e valor económico. O evento pretende afirmar-se como montra anual da cultura nacional.
Pontos-chave
Na cerimónia de lançamento, em Luanda, Filipe Zau afirmou que a Expo-Cultura Angola nasce para fortalecer o ecossistema cultural e criar novas oportunidades de negócio, emprego e desenvolvimento. O ministro destacou que a iniciativa quer transformar a cultura num ativo sustentável, com impacto real no país e maior visibilidade para artistas, criadores e instituições.
O governante explicou que a primeira edição está prevista para Novembro e terá cinco dias de duração, reunindo instituições públicas e privadas, agentes culturais, empreendedores, parceiros internacionais e público. A feira deverá realizar-se anualmente e afirmar-se como a maior montra cultural angolana, promovendo intercâmbio, cooperação e exposição de talentos nacionais.
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Segundo Filipe Zau, o evento será uma plataforma permanente para promover e valorizar as múltiplas expressões de Angola, incluindo tradições, costumes, história e identidade nacional. O ministro sublinhou a diversidade cultural do país, com música, teatro, rituais religiosos, línguas, gastronomia, danças, arquitectura, folclore e festas populares.
Entre os exemplos citados estiveram o semba, a kizomba, o tchianda e o kuduro, além de manifestações como as festas do Mar, em Namibe, as celebrações de Mbanza Kongo, as expressões culturais chokwe e o Carnaval de Luanda. Para o ministro, essa riqueza demonstra o potencial da cultura como motor de coesão e projeção externa.
A Expo-Cultura Angola está alinhada com o Planacult e com o PDN 2023-2027, incluindo digitalização, diversidade cultural e reforço institucional. Filipe Zau defendeu ainda a ligação entre cultura, economia, turismo, educação e inovação, apelando ao envolvimento de todos para construir um património colectivo: “Com mais cultura, mais Angola”.


