Governo anuncia proibição gradual de plásticos de uso único a partir do fim deste mês e reforço do saneamento em Angola

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O Executivo reafirmou, em Luanda, que o saneamento básico é prioridade do desenvolvimento sustentável e anunciou novas medidas contra a poluição plástica e para reforçar a gestão de resíduos.
Pontos-chave
O secretário de Estado para o Ambiente, Iuri Santos, disse no Fórum Nacional de Água e Saneamento que o Governo quer colocar o saneamento básico no centro das políticas de desenvolvimento sustentável, num contexto em que Angola gera cerca de 19 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia. Segundo o responsável, cerca de 39% desses resíduos são matéria orgânica e 24% plásticos.
[1] ANGOPIuri Santos anunciou ainda que, a partir do final deste mês, vai entrar em vigor a proibição e eliminação gradual da produção, importação, comercialização e utilização de vários plásticos de uso único, incluindo sacos leves, palhinhas, cotonetes e agitadores de bebidas. O Ministério do Ambiente também diz estar a reforçar os meios de recolha e transporte de resíduos e a avançar com novos Centros de Valorização de Resíduos em Luanda, Bengo, Ícolo e Bengo, Huambo e Cabinda.
[1] ANGOP
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 21 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
A representante da UNICEF, Luise Manuel, reforçou no mesmo workshop que o saneamento deve ser tratado como prioridade de desenvolvimento por causa do impacto na saúde pública e na qualidade de vida, defendendo decisões baseadas em dados para direcionar melhor os recursos para as zonas mais vulneráveis. A responsável sublinhou que Angola continua a enfrentar desafios no acesso à água potável, saneamento e higiene.
[2] Correio Kianda