Huíla acelera obras hospitalares

Resumo: Sílvia Lutucuta exigiu aceleração das obras dos hospitais Pediátrico e Materno-Infantil da Huíla, ambos ainda abaixo do ritmo previsto. A ministra quer reforço de trabalhadores e revisão do cronograma para concluir as infra-estruturas este ano.
Pontos-chave
A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, visitou as obras hospitalares da Huíla e encontrou avanços abaixo do esperado. No Hospital Pediátrico, a execução física ronda os 40%, enquanto o Materno-Infantil está nos 43,6%. A governante reconheceu atrasos face ao cronograma inicial e pediu medidas imediatas para recuperar o tempo perdido.
Durante a deslocação ao Lubango, a ministra reuniu-se com o empreiteiro e a fiscalização para identificar os principais entraves. As partes garantiram o reforço da força de trabalho nos próximos dias. Para Lutucuta, aumentar frentes de trabalho é decisivo para acelerar a obra e aproximar a conclusão do objetivo traçado para o fim do ano.
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O futuro Hospital Pediátrico da Huíla deverá ter mais de 200 camas, cinco salas de bloco operatório e serviços diferenciados, incluindo cuidados intensivos, neonatologia, ressonância magnética e hematologia. A unidade pretende dar resposta a casos de alta complexidade na região Sul e reduzir evacuações de pacientes para Luanda.
No Hospital Materno-Infantil, a ministra sublinhou a necessidade de um serviço mais especializado para mulheres e crianças. O projecto, a cargo da Wedo e fiscalizado pela DAR Angola, inclui seis pisos, estacionamento para 400 viaturas e áreas como urgência, cirurgia, endoscopia, laboratório clínico, fisioterapia e cuidados intensivos neonatal.
Além das obras, Sílvia Lutucuta alertou para a prevenção dos acidentes rodoviários, sobretudo os ligados ao álcool, ao cansaço e à sonolência. Defendeu ainda a formação de profissionais de saúde em número suficiente, destacando que a Huíla deve continuar a formar quadros para sustentar uma rede sanitária mais forte e diferenciada.


