INE divulga em Luanda estudos do IIMS 2023–2024 sobre gravidez na adolescência e desigualdade de género

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O INE apresentou em Luanda relatórios que actualizam dados oficiais sobre fecundidade na adolescência e desigualdade de género em Angola, com sinais de redução na gravidez precoce, mas com fortes diferenças entre províncias e entre zonas urbanas e rurais.
Pontos-chave
O Instituto Nacional de Estatística apresentou em Luanda os relatórios sobre Género e Fecundidade na Adolescência, elaborados com base no Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde 2023–2024 (IIMS 2023–2024), para descrever as condições de vida das adolescentes, as desigualdades entre homens e mulheres e os desafios da maternidade precoce.
[1] Correio KiandaSegundo a divulgação do INE, a gravidez na adolescência desceu de 34,5% no IIMS 2015–2016 para 27,1% no IIMS 2023–2024, uma quebra de 21,5%. Ainda assim, o valor continua acima da média da África Subsaariana, estimada em 18%, e há diferenças marcadas entre províncias e entre áreas urbanas e rurais.
[2] Folha 8
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O relatório aponta quedas mais fortes em províncias como Malanje, Lunda Sul, Huíla e Cunene, enquanto Cuanza Sul, Cuanza Norte e Cuando-Cubango continuam com prevalências elevadas. Em Luanda, a taxa é a mais baixa, e nas áreas rurais a fecundidade adolescente permanece muito acima da urbana.
[2] Folha 8O INE diz que os resultados devem servir de base para políticas públicas e programas dirigidos a adolescentes e famílias, sobretudo nas áreas da educação, saúde sexual e reprodutiva, protecção social e igualdade de género. A análise foi elaborada com apoio do PNUD e do UNFPA.
[1] Correio Kianda[2] Folha 8


