João Lourenço presta solidariedade à Venezuela

Resumo: João Lourenço выразou solidariedade à Venezuela após o forte terramoto que devastou várias zonas do país. Os sismos causaram mortos, feridos, destruição e mobilizaram apoio internacional.
Pontos-chave
Em 25 de junho de 2026, a Venezuela foi atingida por dois fortes sismos, de magnitude 7,2 e 7,5, com epicentro a oeste de Caracas. As autoridades relataram mortes, feridos e danos estruturais extensos, enquanto equipas de socorro trabalharam para localizar sobreviventes e aliviar a emergência humanitária nas áreas mais afetadas.
Perante a tragédia, João Lourenço enviou uma mensagem de solidariedade à Presidente interina, Delcy Rodríguez, sublinhando a amizade histórica entre Angola e a Venezuela. Na carta, o Chefe de Estado expressou pesar pelas vítimas e transmitiu conforto ao povo venezuelano, em nome dos angolanos, perante o sofrimento causado pelo desastre natural.
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O Presidente angolano destacou ainda a confiança na capacidade das autoridades venezuelanas para responder ao impacto do terramoto. Segundo a sua mensagem, o esforço conjunto do governo local e da comunidade internacional será decisivo para prestar assistência médica, apoiar os desalojados e iniciar a reconstrução das zonas destruídas pelos abalos sísmicos.
Enquanto as equipas de salvamento continuavam a procurar pessoas sob os escombros, o balanço provisório apontava para centenas de mortos e feridos. As falhas de energia, os cortes nas comunicações e o colapso de edifícios agravaram a crise, aumentando a preocupação dentro e fora da Venezuela, onde novas réplicas ainda eram esperadas.
A cobertura do caso mostrou também a dimensão internacional da catástrofe, com atenção de vários governos e organismos. O Correio da Kianda acompanhou os desenvolvimentos e destacou que a resposta solidária de Angola reflete uma diplomacia de cooperação. O desastre reforça a urgência de união, ajuda humanitária e prevenção perante fenómenos naturais extremos.


