Mulher africana é chave da coesão social

Resumo: Laurinda Prazeres defendeu em Luanda que a mulher africana é central para a coesão comunitária, a Justiça e a consolidação do Estado de Direito.
Pontos-chave
Em Luanda, Laurinda Prazeres afirmou que o papel da mulher africana vai muito além da esfera familiar: ela é um elo decisivo entre comunidade, Justiça e Lei. Na mesa-redonda do Dia da Mulher Africana, a presidente do Tribunal Constitucional apresentou as “três casas” como base para explicar como a presença feminina sustenta a convivência social e a organização do Estado.
Para a magistrada, a comunidade é a primeira casa onde se aprendem valores de respeito, responsabilidade e solidariedade. Nesse espaço, a mulher educa crianças, transmite princípios éticos e ajuda a resolver conflitos de forma pacífica. Por isso, disse, a primeira noção de justiça nasce no ambiente familiar, onde se forma a ideia do que é justo e do que é injusto.






