Lourenço ouve propostas do Conselho Económico

Resumo: O Presidente João Lourenço reuniu-se com o Coordenador do Conselho Económico e Social para ouvir recomendações sobre a realidade socioeconómica do país e orientar prioridades de política pública.
Pontos-chave
Em 24 de fevereiro de 2026, no Palácio Presidencial, o Chefe de Estado recebeu o Coordenador do Conselho Económico e Social, José Octávio Serra Van-Dúnem, para uma audiência de trabalho focalizada em análises e propostas. O encontro teve como objetivo permitir a apresentação de visões técnicas que informem decisões governamentais sobre a política económica e social do país.
O Conselho Económico e Social, órgão consultivo autónomo composto por 45 membros designados pelo Presidente, apresentou diagnósticos sobre tendências macroeconómicas e impactos sociais. Durante a sessão, os membros realçaram a necessidade de políticas integradas que promovam crescimento sustentável, emprego e melhoria dos serviços públicos, com ênfase na colaboração entre Estado, setor privado e sociedade civil.
Foram abordados temas centrais como inflação, investimento, ambiente de negócios e proteção social, destacando-se propostas para estimular a produção nacional e atrair capitais. O diálogo incluiu recomendações sobre reformas estruturais e medidas de curto prazo para mitigar choques económicos, além de estratégias para fortalecer a governança e a transparência na implementação de políticas públicas prioritárias.
A Presidência da República divulgou nota explicativa sublinhando que a audiência visou auscultar perspetivas qualificadas e consolidar pontos de ação. João Lourenço consultou o Conselho para alinhar prioridades e avaliar propostas que podem ser integradas em programas governamentais, com vista a promover estabilidade macroeconómica e melhorias no bem-estar das famílias angolanas.
Analistas e participantes entenderam a reunião como um passo para reforçar a interlocução entre poderes e especialistas, realçando que a contribuição técnica do CES pode orientar decisões pragmáticas. Espera-se que as recomendações debatidas sirvam de base para iniciativas concretas que atenuem vulnerabilidades económicas e impulsionem recuperação e desenvolvimento inclusivo.



