Manuel Camati nomeado porta‑voz da CNE

Resumo: A Comissão Nacional Eleitoral nomeou Manuel Sabonete Camati como novo porta‑voz, reforçando a comunicação institucional e a relação com os meios. A decisão ocorre num momento de preparação do próximo ciclo eleitoral.
Pontos-chave
Em 12 de março de 2026, na sede da Comissão Nacional Eleitoral em Luanda, foi formalizada a nomeação de Manuel Sabonete Camati como novo porta‑voz da instituição, cargo que implica assumir a coordenação das mensagens oficiais, a gestão do relacionamento com os órgãos de comunicação social e a prestação de esclarecimentos públicos sobre decisões e preparativos relacionados com os próximos atos eleitorais previstos no país.
A escolha de Manuel Camati sucede à saída de Lucas Manuel João Quilundo para funções no Tribunal Constitucional, e surge num contexto em que a CNE busca reforçar mecanismos de transparência e comunicação institucional; a nomeação visa assegurar que informações sobre logística, calendários e procedimentos eleitorais cheguem de forma clara e articulada à opinião pública e aos atores envolvidos no processo.
Durante a sessão plenária, os membros da CNE analisaram relatórios e aprovaram deliberações relevantes para a organização do próximo ciclo eleitoral, incluindo a avaliação dos concursos públicos destinados a garantir meios logísticos e técnicos; a gestão eficiente desses recursos foi apontada como essencial para a preparação das eleições gerais e para a credibilidade do processo perante cidadãos e observadores nacionais e internacionais.
A nova composição da Comissão Nacional Eleitoral, recentemente validada pelo Parlamento após decisões do Tribunal Constitucional, mantém a distribuição de comissários indicada pelos partidos, e a nomeação do porta‑voz insere‑se nas iniciativas de institucionalização das funções comunicacionais; a atuação do porta‑voz será central para esclarecer dúvidas, responder a críticas e consolidar a imagem de imparcialidade e de cumprimento da lei no âmbito dos atos eleitorais.
Analistas e atores políticos deverão acompanhar a atuação de Manuel Camati nos próximos meses, sobretudo na divulgação de calendários, critérios de logística e respostas a contestações; a expectativa é que a comunicação institucional seja mais proativa, reduzindo desinformação e fortalecendo a confiança pública no processo eleitoral, ao mesmo tempo em que se preservam os prazos e procedimentos legais previstos para as eleições gerais.



