MINSA alerta aumento de AVC em Angola

Resumo: MINSA alerta para o aumento de casos de AVC em Angola e reforça que o tempo é decisivo para salvar vidas. Especialistas pedem acesso rápido a unidades especializadas e reforço da prevenção.
Pontos-chave
O Ministério da Saúde divulgou um comunicado público sublinhando que o Acidente Vascular Cerebral (AVC) tem-se mostrado em crescimento no país e que, diante de qualquer sinal, cada minuto conta. A mensagem enfatiza que tratamentos caseiros são perigosos e que a procura imediata de uma unidade hospitalar especializada é vital para reduzir mortalidade e sequelas permanentes.
Profissionais do Complexo Hospitalar Pedro Maria Tonha “Pedalé” reforçam que o sucesso do tratamento depende da chegada atempada ao serviço de urgência. Em casos de AVC isquémico agudo, intervenções rápidas e equipas preparadas fazem a diferença entre recuperação e incapacitação. O hospital relata ter atendido uma série de pacientes com sinais típicos e obtido desfechos positivos quando houve resposta imediata.
Dados hospitalares citados no relato apontam para um aumento de atendimentos diários, com destaque para jovens e mulheres em idade fértil, incluindo grávidas. Especialistas pedem investimento na modernização das unidades de tratamento, formação contínua de equipas médicas e construção de rotinas de encaminhamento para garantir que pacientes cheguem a centros especializados sem demora.
A comunicação oficial do MINSA não apresentou números detalhados de óbitos, mas trouxe um caso concreto de sucesso: uma paciente de 63 anos, hipertensa e diabética, que recebeu intervenção rápida e evoluiu favoravelmente. Esse exemplo é utilizado para sensibilizar a população sobre a urgência de identificação dos sinais de AVC e da necessidade de não adiar a ida ao hospital.
Em resumo, as recomendações centrais são claras: reconhecer sinais de AVC, evitar tratamentos domésticos e procurar imediatamente unidades especializadas; reforçar a prevenção com atenção a fatores de risco como hipertensão e diabetes; e ampliar a capacidade de resposta hospitalar para reduzir mortes e sequelas no país.



