Mundial 2026: reações e goleadas históricas

Resumo: Treze seleções reagiram às críticas de Aleksander Ceferin e defenderam o Mundial como palco universal. Em campo, surgiram goleadas, equilíbrio e um golo decisivo no fim.
Pontos-chave
Treze seleções já apuradas para o Mundial 2026, incluindo várias africanas, juntaram-se para responder às declarações de Aleksander Ceferin. Num comunicado, disseram sentir profunda decepção com a ideia de que a expansão do torneio poderia gerar jogos “desinteressantes” e rejeitaram, com firmeza, essa leitura.
As federações sublinham que a qualificação foi fruto de anos de trabalho, investimento e sacrifício. Para Cabo Verde, Curaçau e Uzbequistão, a presença na competição é histórica; para RDC e Haiti, o regresso ao maior palco do futebol carrega esperança, orgulho e um significado especial para milhões.
No relvado, a Suécia confirmou força ao bater a Tunísia por 5-1, num jogo em que Yasin Ayari brilhou com um remate de longe, seguido por golos de Alexander Isak, Viktor Gyökeres, Mattias Svanberg e o próprio Ayari. A equipa mostrou transições rápidas e muita eficácia ofensiva.
Outro encontro marcado pelo equilíbrio terminou empatado entre Japão e Países Baixos, 2-2, em Dallas. Van Dijk marcou de cabeça, Nakamura respondeu, Summerville voltou a colocar os neerlandeses na frente e Daichi Kamada fechou o resultado perto do fim, num duelo intenso e bem disputado.
A Costa do Marfim também somou três pontos com um triunfo tardio sobre o Equador, decidido por Ahmad Diallo. Depois de várias bolas nos ferros e oportunidades claras dos dois lados, o avançado saiu do banco para resolver a partida e confirmar uma jornada de golos, emoção e afirmação global.


