OMA: novo secretariado e transição

Resumo: OMA renova dirigentes no 8.º congresso e cria novo secretariado nacional de dez membros. Eleições e passagens de pastas apontam para reforço da mobilização, comunicação e formação das mulheres angolanas.
Pontos-chave
No dia 12 de março de 2026, o 8.º congresso ordinário da OMA culminou na eleição de Emília Carlota Dias como secretária-geral e na formação de um novo secretariado de dez membros. O acto incluiu cerimónia formal de passagem de pastas, com presença de dirigentes do MPLA e apelos públicos à continuidade do trabalho de mobilização e formação das militantes.
A composição do secretariado distribuiu áreas-chave: educação, mobilização, informação, acção social, assuntos políticos e jurídicos, relações internacionais, finanças e coordenação disciplinar. Destacam-se nomes como Maria Pires dos Santos e Carla Domingos Cativa. A escolha visa consolidar estruturas e fortalecer iniciativas locais, com ênfase no empoderamento económico e na presença ativa da OMA nas comunidades.
Tatiana Morais Buta foi eleita para liderar a área de informação, sucedendo a Zenilde Volola; outras dirigentes assumem responsabilidades em comunicação e novas tecnologias. A reorganização interna pretende dinamizar canais de comunicação e modernizar a estratégia de divulgação, usando meios digitais e tradicionais para ampliar o alcance das campanhas e programas dirigidos às mulheres em todo o país.
Na cerimónia de transição, Paulo Pombolo, em representação do Bureau Político do MPLA, incentivou a nova secretária-geral a gerir com determinação e resiliência. Emília Carlota Dias enfatizou continuidade histórica e trabalho colectivo, anunciando prioridade na formação política e cívica das militantes, bem como na promoção do protagonismo feminino nos mais diversos sectores sociais e económicos.
O resultado do congresso e a renovação do secretariado são apresentados como passos para intensificar a presença da OMA nas bases e promover programas de capacitação. Observadores políticos interpretam as mudanças como sinal de reforço organizacional e de preparação para desafios futuros, com foco em coesão interna, disciplina ética e expansão das acções de inclusão e apoio social.



