ONU alerta para riscos da IA aos Direitos Humanos e Trump rejeita travões ao setor nos EUA

Imagem: ANGOP
Resumo: A ONU avisou que a corrida por uma IA mais poderosa pode ameaçar direitos fundamentais, enquanto Donald Trump voltou a rejeitar apelos para abrandar o desenvolvimento da tecnologia.
Pontos-chave
O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, alertou que o rápido desenvolvimento da inteligência artificial está a pôr em risco direitos fundamentais como a vida, a alimentação, a privacidade, a saúde e a segurança. Num comunicado citado pela Lusa, defendeu uma resposta urgente de Estados e empresas tecnológicas e alertou para riscos da chamada IA "agêntica", capaz de tomar decisões e executar planos de forma autónoma.
[2] Novo JornalTurk avisou ainda que falhas nestes sistemas podem paralisar serviços essenciais, romper comunicações e desestabilizar infraestruturas críticas, além de acelerar o ritmo das guerras e reduzir salvaguardas contra armas de destruição maciça. Segundo o responsável da ONU, a governação da IA deve assentar no direito internacional e na proteção dos direitos humanos.
[2] Novo Jornal
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Em paralelo, Donald Trump rejeitou os apelos para travar o avanço da IA e acusou críticos do setor de promoverem uma "conspiração doentia" que, na sua visão, beneficiaria a China. O Presidente norte-americano afirmou que a única salvaguarda necessária é uma liderança forte nos Estados Unidos e disse acreditar que os benefícios da tecnologia vão superar os prejuízos.
[1] ANGOP


