Palácio das Artes ganha direcção e rumo

Resumo: Filipe Zau vê na entrada em funções da direcção do Palácio das Artes um passo decisivo para consolidar a instituição e dinamizar as artes no país.
Pontos-chave
O ministro da Cultura, Filipe Zau, afirmou em Luanda que a entrada em funções do primeiro corpo directivo do futuro Palácio das Artes Carlos Aniceto, “Liceu Vieira Dias”, assinala um marco determinante na consolidação institucional da estrutura. A visão do Governo é transformar o espaço num centro de referência para artes e cultura.
Segundo o governante, caberá à nova direcção lançar as bases institucionais, administrativas e artísticas de um organismo pensado para servir artistas, criadores, investigadores, estudantes e o público em geral. O objectivo é criar uma plataforma estável, capaz de organizar a casa desde o arranque e de sustentar a sua missão cultural.
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Zau destacou ainda que o Palácio das Artes terá um papel relevante na dinamização da música erudita em Angola. A instituição deverá acolher a primeira Orquestra Nacional, reforçando a oferta cultural e ampliando o espaço para formação, apresentação e valorização de repertórios mais exigentes no panorama artístico nacional.
A constituição da equipa directiva foi apresentada como o início de uma nova etapa no projecto, cuja importância vai além da infra-estrutura física. Para o ministro, trata-se de uma aposta estratégica do Executivo no desenvolvimento cultural e artístico do país, com impacto directo na criação, produção e circulação de obras.
Na cerimónia de 27 de Julho, foram empossados José Manuel Goma como director-geral e Luís António da Mata Júnior e Agostinho da Costa Xavier como directores-gerais adjuntos. A equipa passa agora a liderar a instalação e organização do futuro Palácio das Artes, numa fase considerada decisiva.


