PALMA redefine identidade e elege novo líder

Resumo: Delegados no IV Congresso Ordinário do PALMA Nova Angola, em Luanda, aprovaram novo nome, bandeira e insígnia e elegeram o presidente.
Pontos-chave
No primeiro dia do IV Congresso Ordinário do PALMA Nova Angola, realizado em 24 de outubro de 2025 na Casa Viana, em Luanda, delegados e membros da Comissão Organizadora iniciaram formalmente o processo de refundação do partido. O encontro abriu espaço para apresentação de propostas de novo nome, bandeira e insígnia, marcando um momento de unidade e reflexão política importante.
Após intensos debates, os delegados aprovaram oficialmente o novo nome do partido, além da bandeira e insígnia projetadas para representar renovação e força política. O design visual incorpora cores que simbolizam esperança e dinamismo, enquanto a insígnia reflete valores de coesão e futuro. Essa etapa reforça o compromisso estratégico do PALMA Nova Angola em revitalizar sua atuação até as eleições de 2027.
Na tarde do mesmo dia, procedeu-se à eleição do novo presidente, com os delegados votando entre três candidatos posicionados no boletim: Nelson Faustino Caminha (posição 1), Manuel Fernandes (posição 2) e Faustino Albino Mango (posição 3). A votação e tomada de posse imediata visam garantir liderança pronta para conduzir as ações políticas e implementar as decisões aprovadas durante o conclave.
No sábado, 25, tomaram posse os cargos de vice-presidente, secretário-geral e os membros do Comité Central eleitos, seguindo-se um seminário de capacitação política e ideológica. As sessões de formação têm como objetivo fornecer ferramentas e técnicas para fortalecer a atuação dos dirigentes, aprimorar a estratégia eleitoral e preparar o partido para os desafios da competição política rumo a 2027.
Denominado conclave de refundação, o IV Congresso ocorreu sob o lema “Revitalizar, renovar e fortalecer o partido, rumo a 2027”, evidenciando a busca por unidade e reflexão para os grandes desafios futuros. Os organizadores destacam que essa etapa marca um momento simbólico de reorientação estratégica, reforçando a missão de devolver esperança e confiança aos cidadãos angolanos antes do pleito eleitoral.



