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Resumo: João Lourenço está em Roma com líderes mundiais para o funeral do Papa Francisco, morto em 21 de abril aos 88 anos; cerimónia ocorre sábado.
Em 25 de abril de 2025, o presidente angolano João Lourenço aterrrou em Roma com a primeira-dama para juntar-se a 130 delegações no funeral de Papa Francisco. A comitiva foi recebida em Fiumicino por representantes italianos e pelo corpo diplomático, antes de seguir para o Vaticano sob forte esquema de segurança, que envolve zonas de exclusão aérea e mil agentes.
O funeral acontece às 10h00 de 26 de abril, na Basílica de Santa Maria Maior, seguindo o rito simplificado aprovado pelo próprio Francisco em 2024 para aproximar as exéquias dos fiéis. O Cardeal Giovanni Battista Re presidirá a liturgia; 40 pessoas em situação de vulnerabilidade carregarão rosas brancas no cortejo como sinal público de gratidão, reforçando a mensagem de humildade.
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Além de Lourenço, mais de 50 chefes de Estado — entre eles Donald Trump, Volodymyr Zelensky e Javier Milei —, dez monarcas e o secretário-geral da ONU António Guterres confirmaram presença. O Vaticano mobilizou cerca de 5 000 voluntários, médicos e forças policiais para atender os peregrinos esperados na Praça de São Pedro e nas vias adjacentes durante todo o sábado.
morreu em , às 7h35, após um AVC que evoluiu para falência cardíaca. Na véspera, ainda saudara os fiéis no Domingo de Páscoa. Primeiro papa latino-americano, eleito em 2013, será lembrado pelo estilo pastoral simples e pela defesa firme de pobres, migrantes e do clima, posições que dividiram conservadores, moderados e progressistas dentro da Igreja Católica.
Com a Sé Vacante declarada, o Conclave começará entre 6 e 11 de maio, conforme as regras de 1996. Dos cerca de 220 cardeais vivos, apenas 120 têm menos de 80 anos e podem votar; mais de 100 foram criados por Francisco, o que pode garantir continuidade. Analistas preveem debates sobre reforma financeira, papel das mulheres e paz na Ucrânia.
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