Podemos usar o Meta Pixel para medir visitas e novas subscrições. A sua escolha não afecta a newsletter. Saiba mais.

Resumo: Plano oficial projeta mais de 3 milhões de manuais de iniciação e outros 45 milhões para as restantes classes do primário angolano até 2030.
A Política Nacional do Livro Escolar (PNLE), aprovada pelo Decreto Presidencial n.º 90/25 de 28 de Abril, determina que, até 2030, o Executivo angolano produza mais de 3,057 milhões de manuais para a classe de Iniciação. A meta foi revelada por vários meios de comunicação nesta sexta-feira, com base no texto oficial publicado em Diário da República.
Além desses, o plano calcula a impressão de 29,7 milhões de exemplares para as turmas da 1.ª à 4.ª classe e quase 15 milhões para a 5.ª e 6.ª. Somados, os volumes destinados ao Ensino Primário superam 47 milhões, sinalizando um esforço de cobertura total do currículo logo nos primeiros anos de escolaridade obrigatória.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
A PNLE sublinha que o livro escolar é “ferramenta essencial” no processo de ensino-aprendizagem e decisivo para a formação integral do indivíduo. Ao garantir manual único por disciplina, o Governo pretende reduzir disparidades regionais, uniformizar conteúdos e facilitar o trabalho de professores, que hoje dependem de cópias ou de materiais produzidos de forma improvisada.
O diploma cria um quadro legal para elaboração, edição, produção, distribuição, reutilização e conservação dos manuais. A regra vale para escolas públicas, público-privadas ou privadas, desde a Educação Pré-Escolar até ao Ensino Secundário, e estende-se aos subsistemas Técnico-Profissional, Formação de Professores e Educação de Adultos, cobrindo igualmente modalidades diferenciadas como ensino à distância.
Entre os objectivos centrais estão o desenvolvimento de conhecimentos, competências, atitudes e nas crianças e jovens. O Governo quer que os novos manuais promovam cidadania, respeito à diversidade e preparação para a vida em sociedade. Especialistas esperam que a tiragem nacional reduza custos, impulsione a indústria gráfica local e evite ruturas de stock.
Ainda não há comentários.