Professores aprovam greve em quatro fases a partir de 21 de Setembro e exigem subsídio de 30% para docentes com vários períodos

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O SINPROF aprovou uma paralisação em quatro fases para contestar o alegado incumprimento de compromissos do Ministério da Educação. O Governo diz que os pontos do acordo estão a ser cumpridos e que não há razões para greve.
Pontos-chave
Os professores angolanos aprovaram uma greve em quatro fases, com início previsto para 21 de Setembro de 2026, e exigem, entre outros pontos, um subsídio de 30% sobre o salário-base para docentes que trabalham em vários horários, cumprem carga lectiva acima do previsto ou leccionam em diferentes períodos.
[1] Correio KiandaA decisão foi tomada numa assembleia de trabalhadores representativos em Luanda e, segundo o SINPROF, resulta do alegado incumprimento de compromissos assumidos pelo Ministério da Educação no acordo de 8 de Janeiro. O sindicato também reclama pagamentos em atraso, enquadramento de docentes em concursos e inclusão de professores no sistema financeiro do Estado.
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O Governo e o SINPROF mantêm versões opostas sobre a execução do acordo: o Executivo afirma que os compromissos estão a ser cumpridos e que não há fundamentos para a paralisação, enquanto o sindicato insiste que continuam pendentes pontos considerados essenciais e quer uma explicação ponto por ponto sobre o que foi executado.
[2] Correio Kianda[1] Correio KiandaA greve foi convocada para o ensino geral, técnico-profissional, formação de professores e educação de adultos, com fases previstas até Julho de 2027. O secretário-geral do SINPROF admitiu que poderão surgir novas fases se não houver entendimento com o Executivo.
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