Suspensão da Guiné-Bissau pela União Africana

Resumo: A União Africana suspendeu a Guiné-Bissau de todas as suas atividades após o golpe de Estado, exigindo o restabelecimento da ordem constitucional.
Pontos-chave
Em 29 de novembro de 2025, a União Africana (UA) decidiu suspender a Guiné-Bissau de todas as suas atividades. Esta decisão foi tomada em resposta ao golpe de Estado militar que ocorreu no país, destacando a gravidade da situação política.
O comunicado da UA enfatiza que a suspensão abrange todos os órgãos e instituições da organização, e permanecerá em vigor até que a ordem constitucional seja restaurada. A medida reflete a política de tolerância zero da UA em relação a golpes de Estado.
A UA também manifestou apoio a declarações de outros órgãos regionais, como a CEDEAO, que condenaram a tomada de poder pelos militares. A organização instou as autoridades a libertarem os detidos e a restaurarem a ordem democrática.
Além disso, a UA alertou que novas interferências militares no processo político poderão resultar em sanções específicas. A comunidade internacional está atenta à situação, que já apresenta riscos à estabilidade na região.
A UA reafirmou seu compromisso em apoiar a Guiné-Bissau na busca por um retorno à normalidade constitucional, incluindo a facilitação de diálogos e reformas institucionais necessárias.



