TAAG nega abandono da Primeira-Dama

Resumo: TAAG desmentiu ter deixado a Primeira-Dama de Moçambique em terra e atribuiu o episódio a um atraso operacional num voo entre Bom Jesus e Maputo.
Pontos-chave
A TAAG esclareceu que a informação sobre a alegada retenção da Primeira-Dama de Moçambique não corresponde aos factos. Segundo a companhia, o voo entre Bom Jesus e Maputo, previsto para 1 de Agosto, sofreu apenas um atraso operacional e acabou por descolar no mesmo dia, sem qualquer cancelamento.
No comunicado, a transportadora rejeita a versão divulgada pelo Novo Jornal, que insinuava que Gueta Chapo teria regressado ao país apenas no dia seguinte por falha da companhia. Para a TAAG, essa leitura distorce o ocorrido e cria uma imagem injusta sobre a sua atuação e responsabilidade operacional.
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A empresa afirma ainda que prestou esclarecimentos prévios ao órgão de comunicação social, mas lamenta que a manchete tenha sido mantida. Na sua perspetiva, a divulgação da notícia sem confirmação adequada pode afetar injustificadamente a reputação da transportadora e confundir passageiros, parceiros e público em geral.
Além de contestar a reportagem, a TAAG recorda que os horários de partida dos seus voos são públicos e permitem verificação antes da publicação. Por isso, solicitou ao Novo Jornal a rectificação imediata do conteúdo no site, nas redes sociais e noutras plataformas digitais onde a manchete foi replicada.
O caso gerou também eco noutras redacções, que destacaram a visita da bispa anglicana Filomena Teta Estêvão ao Presidente moçambicano Daniel Chapo. Ainda assim, o foco da controvérsia permaneceu na viagem da Primeira-Dama e na necessidade de rigor jornalístico ao abordar movimentos institucionais e viagens oficiais.


