Téte António no encontro dos Não Alinhados

Resumo: Téte António participa em Belgrado na celebração dos 65 anos da primeira conferência do MNA. Angola reafirma apoio ao multilateralismo, à paz e à cooperação internacional.
Pontos-chave
O ministro das Relações Exteriores, Téte António, participa em Belgrado na reunião comemorativa dos 65 anos da primeira conferência do Movimento dos Países Não Alinhados. O encontro reúne chefes de Estado, de Governo e outros representantes para assinalar a importância histórica do MNA e discutir os desafios actuais da comunidade internacional.
A cerimónia foi aberta pelo Presidente sérvio, Aleksandar Vučić, na cidade onde, em 1961, líderes da África, Ásia, Europa e América Latina lançaram as bases do movimento. O simbolismo da data reforça a memória de uma iniciativa que procurou afirmar autonomia política, diálogo e cooperação entre países com diferentes trajectórias.
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 21 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Segundo a nota do MIREX, a reunião serve também para reafirmar os princípios fundadores do MNA: paz, soberania, integridade territorial, respeito pelo direito internacional e fortalecimento do multilateralismo. A agenda valoriza ainda a cooperação e a solidariedade entre os países em desenvolvimento, num contexto internacional marcado por tensões e incertezas.
Angola vê a sua participação como um gesto de continuidade diplomática e de alinhamento com soluções multilaterais para problemas políticos, económicos e sociais. A presença de Téte António pretende sublinhar o compromisso do país com uma ordem internacional mais equilibrada, baseada no diálogo e na defesa dos interesses do Sul Global.
A reunião em Belgrado procura, por fim, renovar a relevância do Movimento dos Países Não Alinhados num cenário global em mudança. Para Angola, o encontro é uma oportunidade para reforçar pontes, defender a cooperação entre Estados e destacar que a paz e a solidariedade continuam centrais na diplomacia contemporânea.


