Vandalismo derruba torres e corta energia em Luanda

Resumo: Vandalismo de cinco torres de alta tensão deixou mais de 45 mil famílias sem energia em Luanda. Autoridades trabalham na reposição e pedem colaboração para proteger infra‑estruturas.
Pontos-chave
No fim de semana, a vandalização de cinco torres de alta tensão provocou cortes generalizados em Luanda, deixando mais de 45 mil famílias sem eletricidade. Equipas técnicas foram mobilizadas de imediato para avaliação e intervenção, enquanto o Ministério da Energia e Águas acompanha o processo e reforça apelos à população para denunciar atos suspeitos junto das infraestruturas elétricas.
O ministro João Baptista Borges realizou visitas de constatação às zonas afetadas e manifestou repúdio pelos atos de sabotagem, salientando que a recuperação exigirá esforços técnicos e logísticos. As áreas mais afetadas incluem bairros e municípios como Cacuaco, Icolo e Bengo, Zango, Cazenga e Sambizanga, com impacto em serviços essenciais e comércio local até que o sistema seja normalizado.
As autoridades informaram que a reposição do sistema pode demorar dias ou até uma semana, dependendo da complexidade dos reparos e do acesso às áreas danificadas. Equipes especializadas trabalham na reconstrução das torres e na restauração progressiva do fornecimento, priorizando hospitais, unidades de água e serviços públicos, enquanto a população é aconselhada a seguir instruções de segurança nas zonas com equipamentos danificados.
O episódio acendeu alertas sobre a vulnerabilidade das infraestruturas críticas e a necessidade de proteção e vigilância mais eficazes. O governo reafirma comprometimento com a normalização total do sistema elétrico e apela a uma colaboração ativa das comunidades para evitar novos atos de vandalismo que comprometam a vida quotidiana e a atividade económica.
Fontes locais e ministério destacam o empenho conjunto entre entidades públicas e empresas do setor para restabelecer o serviço com rapidez e segurança, avaliando danos e mobilizando materiais e pessoal técnico. A comunicação oficial pede calma à população e solicita que relatos de danos ou atividades suspeitas sejam feitos às autoridades competentes para acelerar a reposição das infraestruturas essenciais.



