Podemos usar o Meta Pixel para medir visitas e novas subscrições. A sua escolha não afecta a newsletter. Saiba mais.

Resumo: Visita de Estado de Daniel Chapo a Angola, 15-16 de Maio, inclui passagem pela ZEE Luanda-Bengo, encontros empresariais e ampliação da cooperação.
Em 15 de maio de 2025, o Presidente moçambicano Daniel Chapo iniciou visita de Estado a Angola para «aprofundar laços históricos» e impulsionar negócios bilaterais. A agenda, divulgada pelos governos, inclui reuniões políticas, contactos empresariais e presença de várias delegações setoriais, sinalizando interesse renovado de Maputo e Luanda em dinamizar comércio e investimento cruzado.
Na manhã de 16 de maio, Chapo desloca-se à Zona Económica Especial Luanda-Bengo (ZEE), um parque industrial de 8 300 ha, para «identificar as melhores oportunidades de investimento». A ZEE apresentou portfólio com áreas de construção, agro-indústria e tecnologia, enquanto destacava o “ambiente promissor” de Moçambique para parceiros angolanos, especialmente pelos seus portos estratégicos.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Paralelamente, os chefes da diplomacia, Téte António (Angola) e Maria Lucas (Moçambique), elegeram dez sectores prioritários – de Agricultura a Tecnologia – para novos memorandos. António reiterou “solidariedade total” na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado; Lucas pediu aceleração na execução dos instrumentos jurídicos já assinados entre os dois Estados.
À noite, a oferece jantar em honra de Chapo. Segundo a ABANC, o encontro com empresários e representantes públicos “visa fomentar diálogo económico, impulsionar o investimento cruzado e estreitar laços nos sectores da banca, agricultura, indústria e mineração”. Chapo fará o discurso de encerramento, reforçando confiança no mercado angolano.
Analistas como o académico Arsénio Cuco veem a deslocação como “oportunidade soberana” para fortalecer relações e diversificar exportações fora do petróleo. Crescimento económico consistente, recursos naturais e integração na SADC motivam a agenda. Observadores esperam acordos logísticos e facilitação de vistos, consolidando a parceria Angola–Moçambique na União Africana e em fóruns regionais.
Ainda não há comentários.