316 Licenciados À Espera. Até Quando?

Passados os meses, a situação permanece sem solução. O que está em causa já não é apenas a abertura de vagas ou a realização de concursos públicos. Trata-se do respeito pelo interesse público e pela valorização da educação como prioridade nacional.
A não integração destes profissionais representa desperdício de recursos investidos na sua formação e uma oportunidade perdida para reforçar o ensino técnico-profissional — sector fundamental para preparar jovens angolanos para os desafios do desenvolvimento socioeconómico.
A Associação defende, por isso, a criação de mecanismos legais excepcionais e transitórios que permitam o imediato enquadramento destes licenciados, assegurando justiça social e evitando que o país continue a desperdiçar quadros formados para servir a nação.
A pergunta que se impõe é clara: Angola pode dar-se ao luxo de deixar 316 especialistas fora do sistema educativo quando mais precisa deles?



