
O porta-voz da reunião, Edson Domingos, avançou à imprensa que todos os números representam uma diminuição de casos comparativamente ao período anterior, com menos 53 mortos, menos 20 feridos e menos 21.970 pessoas afectadas.
Segundo Edson Domingos, esta redução deveu-se a acções de prevenção realizadas pelas comissões provinciais, através de campanhas de sensibilização da população, relativamente aos riscos e medidas de autoprotecção.
Edson Domingos disse que, apesar das ações de prevenção, ainda é alto o grau de exposição e o nível de vulnerabilidade das populações “fruto das condições do ordenamento do território e ocupação dos solos”.
“Igualmente houve um esforço muito grande nas medidas de preparação para atender à situação de emergência, ou seja, houve antecipação de preparação de recursos para atender as populações”, nomeadamente quanto a bens alimentares e não alimentares, referiu.
Na reunião, foram também analisados e aprovados dois documentos, nomeadamente o Plano Nacional de Preparação, Contingência e Respostas a Calamidades e Desastres 2026-2027, cujo principal objectivo é estabelecer um programa de acções de emergência multissectorial para atender a situações de desastre ou calamidades que o país enfrente.
O segundo documento aprovado foi o Plano Estratégico de Prevenção e Redução de Risco de Desastre 2026-2027, que visa criar condições para o Estado actuar antes que ocorram eventos.
A época chuvosa em Angola ocorre entre 15 de Agosto a 15 de Maio, com frequência de chuvas e trovoadas.
Chuvas intensas na província de Benguela, que causaram o transbordo do rio Cavaco e consequentemente inundações, com perto de três dezenas de mortos, marcaram a última época chuvosa angolana.





