Luena – O vice-presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Canjimba, defendeu, esta quinta-feira, no Luena (Moxico), o reforço de inscrição de empresas, empregadores e trabalhadores na Segurança Social, com vista a garantir a sua protecção social.
Luena – O vice-presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Canjimba, defendeu, esta quinta-feira, no Luena (Moxico), o reforço de inscrição de empresas, empregadores e trabalhadores na Segurança Social, com vista a garantir a sua protecção social.
Ao falar à imprensa, no final de um seminário subordinado ao tema “O enquadramento legal do sistema de protecção social em Angola e seus benefícios”, José Canjimba considerou necessário que todos os intervenientes assumam um papel activo na dinamização do processo de inscrição no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).
O responsável defendeu, igualmente, a necessidade de ampliar a cobertura da Protecção Social Obrigatória a um maior número de famílias, considerando o sistema um importante instrumento de protecção para os cidadãos que trabalham e contribuem diariamente para o desenvolvimento do país.
Lembrou que o Moxico, à semelhança do resto do país, é constituído por agricultores, comerciantes, empresários, funcionários públicos, trabalhadores do sector privado, e os que actuam por conta própria, que contribuem, com o seu esforço diário, para o crescimento da região.
José Canjimba referiu que, durante muito tempo, muitos destes trabalhadores exerceram as suas actividades sem beneficiarem plenamente da rede de protecção social prevista na legislação angolana.
Por isso, sustentou, direitos como a reforma, o subsídio de doença, o apoio à maternidade e o abono de família devem abranger todos os trabalhadores, independentemente da sua localização ou actividade profissional.
Por seu turno, o director do Gabinete de Desenvolvimento Económico Integrado do Moxico, Esmael Keshipoko, defendeu que a Protecção Social Obrigatória não deve estar limitada aos centros urbanos e às instituições, devendo igualmente alcançar as comunidades e os diferentes sectores de actividade.
O responsável apelou às instituições para se envolverem mais nas acções de sensibilização sobre a cobertura da Segurança Social na região.
Esmael Keshipoko sublinhou que a contribuição para a Segurança Social não deve ser encarada apenas como um encargo, mas como um investimento nas pessoas, nas famílias, na estabilidade laboral e no futuro das empresas e da província.
O responsável apelou aos trabalhadores sobre a necessidade de conhecer os seus direitos e deveres, com vista a garantir uma maior adesão ao sistema. LTY/TST/YD




