Malanje - O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) beneficiou, durante o ano lectivo passado, 143 mil 700 crianças em 25 dos 27 municípios de Malanje, cobrindo 53 por cento da meta definida para a região, que prevê abranger 270 mil 40 alunos.
Malanje - O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) beneficiou, durante o ano lectivo passado, 143 mil 700 crianças em 25 dos 27 municípios de Malanje, cobrindo 53 por cento da meta definida para a região, que prevê abranger 270 mil 40 alunos.
Os dados apresentados durante o primeiro workshop provincial sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar que visou corrigir as falhas do ano lectivo passado e travar o abandono escolar na região, indicam que a iniciativa abrangeu 173 das 380 escolas previstas em Malanje.
O programa que cobre 173 estabelecimentos de ensino dos 380 previstos, alcançou 95 por cento de execução financeira.
Na abertura do encontro, a vice-governadora para o Sector Político, Económico e Social, Joana Tomás, frisou que o papel crucial da Alimentação Escolar no combate ao abandono das salas de aula.
A responsável recomendou aos administradores municipais e as empresas contratadas para o rigor na qualidade, exigindo tolerância zero ao fornecimento de refeições mal confeccionadas ou deterioradas que possam colocar em risco a saúde dos alunos.
Joana Tomás realçou a necessidade da criação de condições para que a comida seja confeccionada nos locais onde vai ser distribuída às crianças, evitando a transferência de um local para outro.
Instou as administrações municipais a absterem-se do amiguismo no processo de contratação das empresas, para que o alimento escolar sirva o objectivo para o qual foi concebido e tenha êxito no final do ano lectivo.
Por sua vez, o director do Gabinete Provincial da Educação, Manuel Osório, explicou que o programa registou avanços significativos na província de Malanje.
Manuel Osório apelou ao rigor e à transparência por parte dos gestores escolares sobre a qualidade das refeições e a higiene na preparação dos alimentos.
Defendeu ainda uma maior parceria com os encarregados de educação e a comunidade para garantir a sustentabilidade do projecto e, ao mesmo tempo, impulsionar a economia rural através da compra de produtos locais.PBC




