Angola regista nascimento de mais um movimento social com foco na mobilização para 2027

O activista social, Ngola Kiluange, procedeu na tarde deste sábado, 13, ao lançamento na Casa da Juventude, do seu mais denominado Movimento Social do Povo vulgo MOP, com foco na mobilização eleitoral rumo às eleições de 2027.
“O Movimento do Povo nasce da necessidade de se fortalecer a participação dos cidadãos na construção de uma Angola mais justa, democrática, desenvolvida e inclusiva, disse o activista durante a apresentação pública do movimento feita em conferência de imprensa, tendo acrescentado que o MOP surge igualmente como uma plataforma de mobilização cívica e política comprometida com a defesa dos direitos dos angolanos, a valorização da juventude, da mulher, dos trabalhadores e de todas as forças vivas da nação.
Ngola Kiluange disse que o MOP acredita que o povo deve ser o verdadeiro protagonista das decisões que determinam o futuro do país.
“Construir uma Angola onde todos os cidadãos tenham igualdade de oportunidades, acesso aos serviços essenciais, liberdade de expressão, justiça imparcial e condições dignas de vida”, disse.
Segundo o responsável, a mobilização dos angolanos dentro e fora do país para participarem activamente na transformação nacional, promovendo a boa governação, a justiça social, o desenvolvimento económico sustentável e a unidade nacional, figura igualmente dentre os grandes objectivos da organização visando o alcance tão almejado da transformação do país.
“Os nossos valores, são o patriotismo, honestidade, transparência, justiça Social, solidariedade, responsabilidade, democracia participativa, respeito pelos direitos humanos, unidade nacional e defesa da soberania nacional”, assegurou.
O activista sublinhou ainda que os 15 compromissos do Movimento do Povo, passam pelo combate à corrupção, defender instituições fortes, independentes e transparentes, garantindo que os recursos públicos sejam utilizados em benefício da população, emprego para a juventude, promover políticas que incentivem a criação de empregos, formação profissional e empreendedorismo juvenil, educação de qualidade e lutando por escolas bem equipadas.
“Promover a igualdade de oportunidades e o empoderamento económico, social e político das mulheres, apoiar os produtores nacionais e incentivar a produção local para reduzir a dependência das importações, promover programas de habitação acessível para as famílias angolanas”, disse.
Referir que o lançamento deste movimento social, surge numa altura em que se intensificam os debates sobre os “reais objectivos dos movimentos sociais e cívicos, enquanto activistas acusam-se mutuamente sobre a origem e transparência do financiamento destes grupos de pressão”.


