BAI desmente alegações de notificação ao seu Presidente pela PGR

Luanda — O Banco Angolano de Investimentos (BAI) veio a público desmentir, esta sexta-feira, informações postas a circular nas redes sociais que dão conta de uma suposta notificação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Presidente da Comissão Executiva (PCE) da instituição, Luís Lélis, para prestar declarações num processo-crime.
Em comunicado, o banco classifica as alegações como “totalmente falsas” e afirma que “nenhum representante do BAI, nem o seu PCE, foi notificado para prestar declarações no processo referido ou em qualquer outro, junto de qualquer órgão de investigação criminal”.
O BAI repudia “a utilização abusiva do nome do banco e do seu Presidente da Comissão Executiva em divulgações supostamente noticiosas”, considerando que tais conteúdos visam apenas “desinformar e atentar contra o bom nome da instituição”.
A Direção de Comunicação e Gestão da Marca do banco reitera a disponibilidade do BAI para colaborar com os órgãos de comunicação social, no estrito cumprimento do dever de informar com rigor e responsabilidade. No entanto, condena “textos e títulos em que se pretenda confundir e denegrir a instituição, com fins desconhecidos”.
O comunicado surge após imagens e mensagens com conteúdo difamatório terem circulado amplamente nas redes sociais nos últimos dois dias, levantando suspeitas infundadas sobre a conduta da liderança do BAI.


