Bastonário da Ordem dos Advogados de Angola em conflito com à ética deontológica

Os fatos acoreram em 2010, quando um grupo de Libaneses, mostraram-se interessados em alugar a casa da cidadã, Kissanga Mundamba proprietária do imovél sito em Luanda, Rua Rei Katyavala, nº 51, Município da Imgombota.
Na altura, Dona Kissanga, recebeu um grupo de Libaneses que se mostraram interessados em alugar a sua casa mostrando um projecto que a interessou, e no mesmo momento eles entregaram um dinheiro a senhora como forma de garantia para que a mesma não pensasse em vender a casa a outra pessoa.
Em Março de 2011, a senhora Kissanga, mostrou-se preocupada e ligou para os Libaneses que prometeram voltar para terminar as negociações e assinar o contrato, a senhora deslocou-se a loja de um dos Libaneses, com os seus filhos, e eles apareceram com o Advogado José Luis Domingos e o Dr. Figueira, e pediram a senhora que não mais se preocupa-se em ter um outro advogado, pelo a senhora aceitou, depositando assim a sua confiança.
Desda feita, os procedimentos para assinar o contrato deram sequência, mas ainda assim a filha da Dona Kissanga questionou sobre uma possivél contradição no decorrer do processo, pelo que o Advogado a calmou, frisando que estaria disponivél para resolver qualquer conflito, e assim o contrato foi assinado, vale realçar que em 2010 o valor que a senhora recebeu era uma garantia equivalente a um ano e seis meses.
Após a assinatura do contrato em 2011, a senhora esperou durante dois anos, e a seguir foi falar com o Advogado José Domingos, pois não tinha sinal dos inclinos e ja aproximava-se a data para que os mesmos fisessem o pagamento, o Advogado José Domingos por sua vez, chamou a senhora de desiquilibrada, e realçou que a senhora não devia ir ter com ele no seu escritório, pois ela não o tinha pago, e dai a senhora o lembrou que no dia do acordo ficou claro que quem devia pagar são os Libaneses, e dai a senhora tenta o contato com os Libaneses mas sem resposta, e nesta altura a preocupação começou a apertar a senhora pois ja estava a caminho de 2014.
“Em 2014, Eu chego em casa, estava sempre acompanhada da minha filha, chegamos aqui na nossa casa, encontrei um dos Libaneses, ele apresentou-se com o none de Alexandre, que disse, mãe fizeram bem de vir porque nos todos que assinamos o contrato fomos expulsos, o nosso passaporte tem carimbo vermelho, então aqui o negócio será um pouco complicado, eu vim mesmo por causa disso, porque estamos em 2014 e ninguem esta a pagar, ele me disse, o financeiro já não vai pagar mais porque este assunto que aconteceu ninguem mais vai ficar aqui, mas contudo a mãe diz que arranjou uma advogada, então a tua advogada vai entrar contato com o nosso advogado José Luis Domingos, então vão fazer a avaliação da casa, então depois de fazer a avaliação a mãe vai ver como é que pode nos pagar o nosso gasto da construção e a mãe continua com a casa porque nos não vamos gastar mais” Disse.
A partir deste momento, Dona Kissanga, contatou o Advogado José Domingos, mas sem sucesso, então contatou a sua Advogada que deslocou-se até a sua residência, e frisou que também tentou contatar o Sr. José Luis, mas sem sucesso, e nesta senda Dona Kissanga fica com a situação de habitalidade complicada pois a casa onde vivia era de renda e a proprietária já pedia a sua casa, e foi nesta altura que o Advogado José Domingos foi ter com a senhora e a advertiu que a mesma não devia estar na casa, e avisou que os tiraria da casa.
Volvidos oito meses, a advogada informou a Sr. Kissanga que o contrato que havia assinado estava a favor dos Libaneses, e a advertiu que para haver alteração do contrato, o tribunal teria de intervir, desta feita a advogada fez uma queixa na primeira secção, e dai o advogado José Luis também abriu uma queixa na terceira secção afirmando que os inclinos estavam a pagar a renda e ouve uma invasão por parte da Dona Kissanga, e apelou que o tribunal decreta-se o despejo da familia, e de forma inesperada a policia e o tribunal foram até a casa com dois caminhões e levaram todos os pertences da Dona Kissanga, dexando a senhora apenas com a roupa do corpo, e até hoje a senhora não sabe para onde levaram os seus pertences, e neste momento a senhora encontra-se a viver na rua.
0 Correio da Kianda, tentou o contato com o advogado José Luis Domingos, com o objetivo de ouvir o contraditório, mas sem sucesso.
Desta feita, esta agendada uma conferência de imprensa para o dia 3 de junho pelas 11h, na rua Rei Katyavala a fim de esclarecer e dar a conhecer todas as acções do referido processo.



